segunda-feira, 29 de julho de 2013

deve estar na forja

o dia de férias.
Ainda tenho uma lista de trabalhos que não posso delegar.
Mas se são meus do que me queixo?
De mim e da minha falta de visão.
Às vezes deixo-me ficar para não atrapalhar a minha inércia.

Passado o Domingo

a não sair e a não divertir, mas presa ao banco e a ultimar correções da semana.
Houve sardinhas porque tem de se tratar do tempero certo e foi uma boa experiência.

A manhã

do sábado foi para a casa das histórias e para o museu do mar.
E andar no mercado com fruta cheirosa e cara e flores lindas e baratas.
O almoço, culpa minha, foi mau. Deve ser a lei da compensação.
Também demorou a volta de automóvel.
A nacional estava tão comprida e o relógio passou devagar e ficou gasto.
Chegar a casa agradou-me, mas está vazia.

na sexta foi dia de viagem

de carro e depois largar os dois petits no autocarro para as férias dos pais.
Assim quase como uma fuga.
E foram.
Esbanjei o excesso que a falta me provoca a andar a pé, do Terreiro até à Biblioteca Nacional.
Decidimos ficar, no sítio do costume e ir ao ashyana e foi bom, muito bom.
Recomendo.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

a uns passos das férias

e tenho a sensação que o caminho anda é mais espinhoso.
As pernas, mãos, cabeça não obedecem aos meus pedidos.
Tenho de ser mais insistente porque demoro mais.

terça-feira, 23 de julho de 2013

quem me empurra

para a mesa de trabalho?
Tenho o sofá colado e os olhos estão feitos ao sono.
Devia ter optado por um café depois de jantar.
Vai ser difícil cumprir o estipulado.