quarta-feira, 21 de agosto de 2013

um estágio de 42

graus Celsius, disse o J em tom de prevenção.
Por aqui só se chegou a uma dezena menos.
Assim já era suficiente para a etapa seguinte.
Depois se vê.

de volta a casa

de volta!
E na volta acompanhada.
Dois dias de sol e praia e calor.
Só gostava de saber onde coloquei o biquini.
Não que seja de uso frequente, mas desavergonhei por meia dúzia de dias e queria dar cor à barriga.

sábado, 17 de agosto de 2013

quem quer ir

a um sítio que eu vi na televisão?
Ninguém se manifestou favoravelmente.
Então vamos! Disse eu na maior democracia do mundo.
Ontem foi o dia da visita e fiquei com a sensação de que foi aprovado.
Passou no exame (pareceu-me) e a I foi quem aderiu com maior entusiasmo.
O nome Amiosinho fica no mapa da região centro.

num filme

que passou ontem teve a seguinte cena:
"Marido e mulher deitam-se na cama, tarde e cansados.
Cheios de sono.
A mulher começa a tossir.
Foram umas 3 ou 4 tossidelas, antes de se iniciar o diálogo.
(Se fosse um filme galardoado, o marido tonha perguntado à mulher se precisava de alguma coisa. Mas não era)
O marido pergunta:
-Tás entupida?
A mulher responde:
- Tou.
O marido diz:
- Eu também."

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

espera-me um dia de praia

amanhã.
Uma praia doce.
Cheia de gente para falar.
Com poucas idas e vindas ao chuveiro e ao mar.
A assar.
Se penso que posso ler ou fazer umas paciências, tenho é de arranjar paciência porque já me foi feito o relato do que me espera.
Soube que correu bem hoje e espera-se o mesmo para daqui a um bocado.
Tenho é de tentar dormir, numa visão para além dos 3 cafés que emborquei hoje.
Caso contrário perderei a manhã na cama e a tarde a resolver-me no descanso da sesta.

na véspera

do 13 fomos ver as velas e ouvir polaco, francês, italiano...
O ar continua frio. Ali no centro do país. No local das aparições.
Têm bancos, mantas, roupa confortável com olhar de inverno, velas e uma paciência que me dá inveja.
Vejo pessoas e na noite não distingo nem sinto quais são as suas vontades e o que as move.
Vejo famílias.
Vejo silêncio que não sei se pode confundir com conformação.
Ali na calma do escuro, vejo as velas e os cânticos com outro olhar.
"Não tenhais medo" para levar no peito e escutar nos momentos de outras paragens.